“Eficiência é fazer bem-feito. Eficácia é fazer o que precisa ser feito.”

 

O Sundae

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um meni-

no de 10 anos entrou na lanchonete e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete

colocou um copo de água na frente dele.

“Quanto custa um sundae?”, ele perguntou.

“50 centavos”, respondeu a garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.

“Bem, quanto custa o sorvete simples?”, ele perguntou.

A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete,

perdendo a paciência.

“35 centavos”. respondeu ela, de maneira brusca.

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: “Eu vou querer, então, o

sorvete simples”.

A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino

acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou, ela

começou a chorar à medida em que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato,

havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino não pediu o sundae porque

queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

 

Uma das características básicas do indivíduo, como ser social e gregário, é a necessidade de companhia, reconhecimento e afeto. Isso é evidente tanto na vida privada como no trabalho.
O relacionamento entre os membros de um grupo, seja de simpatia e amizade ou de antipatia e confronto, resulta, respectivamente, na criação ou na destruição de sua eficácia como equipe.
Uma empresa, por ser composta por pessoas, representa uma comunidade, um grupo, o qual, por sua vez, se divide nos mais diversos subgrupos, cujos membros mantêm relacionamentos constantes entre si bem como com o mundo externo à empresa. Com base em pesquisas e observações, constatou-se que o trabalho, realizado por equipes harmoniosas, resulta em maior produtividade e qualidade, além de representar uma importante fonte de satisfação e auto-realização para os seus membros.
Veremos, a seguir, alguns fatores que contribuem para assegurar o êxito da comunidade empresarial, seja de seus subgrupos, seja dela como um todo. 
Partindo da definição que um "grupo" ou "equipe" é toda reunião de dois ou mais indivíduos em torno de um objetivo comum, é essencial que haja um relacionamento positivo entre seus membros, o que nem sempre ocorre espontaneamente. Equipes são compostas por pessoas cujos interesses e necessidades individuais raramente são totalmente coincidentes . Essas diferenças podem gerar tensões, causadoras, por vezes, de conflitos abertos, tanto intradepartamentais como interdepartamentais. 
Podemos resolver possíveis tensões e conflitos, tanto entre indivíduos como entre equipes, buscando uma solução através da negociação. Esta deve ser objetiva, enfatizar a cooperação, respeitar as opiniões e os sentimentos dos outros, e procurar a melhor solução, abordando o problema racionalmente. 
Para que se crie o espírito de equipe é importante que seus membros se integrem. A integração de um novo membro no grupo é freqüentemente ameaçada por bloqueios pessoais, tais como medo, preconceitos, timidez e problemas de comunicação. Por um lado, é recomendável que a pessoa reconheça suas dificuldades e tente superá-las. Por outro, o grupo deve ajudá-la, dando-lhe apoio e demonstrando-lhe confiança. 
O espírito de equipe tem ainda, como um de seus alicerces, a abordagem sistêmica na empresa, que propicia o desencadeamento de reações altamente positivas por parte dos funcionários: melhor compreensão do trabalho individual gera mais interesse; mais interesse aumenta a motivação; mais motivação estimula maior empenho; e esse conjunto levará a resultados individuais e globais de alto nível.
O relacionamento interpessoal positivo pressupõe, é claro, participação e colaboração entre seus membros. A colaboração traz benefícios tanto para os funcionários como para a empresa como um todo. Pessoas que colaboram são motivadas e sentem-se realizadas. Isso diminui o "stress", criando maior harmonia interior, o que, por sua vez, resulta em maior eficácia no trabalho. 
Consequentemente, a empresa que conta com "colaboradores", garante maior produtividade e qualidade de seus produtos e/ou serviços, empregando menos tempo para realizá-los além de diminuir seus custos - o caminho certo para o sucesso. 

DICAS PARA ESTIMULAR UM BOM RELACIONAMENTO INTERPESSOAL:

* Desenvolver um espírito de cooperação e trabalho em equipe;
* Fazer pesquisas periódicas de clima organizacional;
* Dar oportunidades para se vivenciar crises e limitações pessoais no ambiente corporativo;
* Manter um canal de comunicação aberto com a equipe, como forma de minimizar tensões e fantasias acerca dos relacionamentos;
* Desenvolver uma gestão mais participativa e com portas abertas;
* Desenvolver um diálogo franco e aberto com todos os membros da equipe, facilitando o feedback
.

Relacionamento Interpessoal

Um dos fatores impulsionadores do sucesso em nossa carreira, é a forma pela qual nos relacionamos com as pessoas. A medida que estamos comprometidos e envolvidos com nossas atividades, nos permitimos experienciar momentos singulares de relacionamento profissional e pessoal, desnudando a verdadeira maturidade e habilidade comportamental presente em cada um de nós.

Neste cenário, a valorização dos relacionamentos vem tomando força no perfil profissional que as organizações exigem. Onde se buscava, acima de tudo, a experiência técnica, hoje ganhou-se espaço para as habilidades comportamentais de flexibilidade, inteligência emocional, criatividade, entre outras. Não basta ser apenas um excelente técnico, temos também que perceber e respeitar as diferenças de cada membro da equipe, portanto reflita sobre sua forma de agir com as pessoas que estão diretamente subordinadas a você, depois seus pares e seus líderes. Tente imaginar como eles lhe percebem e avaliam.

Nossa forma de ser, pensar e agir influencia diretamente os relacionamentos nas organizações. Se instaurarmos um clima harmônico, positivo e de respeito, receberemos de volta um ambiente sadio e sem grandes turbulências. Se ao invés disso, criarmos um ambiente negativo, competitivo e pesado, colheremos inimizades, antipatia e desconfiança, impactando diretamente os resultados, desempenho, crescimento profissional e organizacional. A medida que trabalhamos mal humorados, perdemos o foco da cooperação e integração grupal, dificultando ainda mais a comunicação e a motivação das pessoas. Se ao invés disso usamos de maturidade, auto conhecimento e bom senso em nossas ações, elevamos nossa auto estima e participação, colaborando para um ambiente de troca e crescimento.

Desenvolver um bom nível de relacionamento com todas as pessoas, é uma responsabilidade individual e organizacional. Para nos conhecermos melhor, é preciso criar um ambiente de confiança que possibilite a troca constante de feedbacks, que nem sempre é fácil, pois na maioria das vezes, a cultura atual do mercado não utiliza esta prática de forma profissional, impedindo o crescimento e a transparência nos relacionamentos.

Segundo Dom Hélder Câmara " passamos a maior parte de nosso tempo procurando consertar situações conflituosas criadas por inabilidade de relacionamento". Este fato acontece de forma constante entre clientes e empresa, colegas de trabalho, etc., prejudicando o crescimento da empresa. Para evitar este tipo de situação, se faz necessário investir fortemente em estratégias que possibilitem uma mudança física e cultural em toda a esfera organizacional, investindo em cursos, palestras, diálogos francos, utilizando como termômetro pesquisas dirigidas de clima, com o intuito de preparar os líderes e suas equipes para uma cultura favorável na resolução dos conflitos.

Ainda existem gestores que se utilizam daquela antiga frase: "os problemas pessoais ficam atrás da porta, aqui somos profissionais". Este tipo de pensamento já perdeu força no mercado uma vez que não existe "profissional máquina", afinal somos seres humanos dotados de sentimentos e emoções, e que nos relacionamos com outras pessoas que também possuem estas mesmas características.

Portanto trabalhe seu auto conhecimento, para que suas emoções não atrapalhe o desenvolvimento de sua carreira.

Cássia Albuquerque
Consultora Sênior de Capital Humano

Conversando com Deus

Deus, não consintas que eu seja

o carrasco que sangra as ovelhas,

nem uma ovelha nas mãos dos algozes.

Ajuda-me a dizer sempre a verdade

na presença dos fortes, e jamais dizer mentiras

para ganhar os aplausos dos fracos.

Meu Deus! Se me deres a fortuna,

não me tires a felicidade;

se me deres a força, não me tires a sensatez;

se me for dado prosperar, não permita que eu

perca a modéstia, conservando apenas o

orgulho da dignidade.

Ajuda-me a apreciar o outro lado das coisas,

para não enxergar a traição dos adversários,

nem acusá-los com maior severidade do que

a mim mesmo.

Não me deixes ser atingido pela ilusão da

glória, quando bem sucedido e nem

desesperado quando sentir insucesso.

Lembra-me que a experiência de um fracasso

poderá proporcionar um progresso maior.

Ó Deus ! Faze-me sentir que o perdão é maior

índice da força, e que a vingança é prova de

fraqueza.

Se me tirares a fortuna, deixa-me a esperança.

Se me faltar a beleza da saúde, conforta-me

com a graça da fé.

E quando me ferir a ingratidão e a

incompreensão dos meus semelhantes, cria em

minha alma a força da desculpa e do perdão.

E finalmente Senhor, se eu Te esquecer, te rogo mesmo assim, nunca Te esqueças de mim !

qualidade de vida nas pequenas empresas

   De acordo com o Sebrae, 99% das firmas são micro e pequenas empresas e apenas 0,3% são de grande porte (empregando mais de 500 pessoas na indústria ou mais de 100 pessoas nos setores de comércio e serviços). As MPEs empregam 14,5 milhões de pessoas, ou seja, 56% do total de empregados no Brasil. O setor que mais emprega é o comércio, com um total de 6 milhões de empregados, de acordo com reportagem da Gazeta Mercantil.

Mas como andam essas empresas em relação ao bem-estar de seus dirigentes e funcionários? Em recente artigo publicado na revista Veja, o administrador Stephen Kanitz lembra que a grande maioria das MPEs não obtém lucro há mais de três anos e que também 90% delas não possuem capital, muito menos capital de giro. Com tais problemas, fica difícil ir além das demandas do dia-a-dia.

Para o empresário envolvido com a sobrevivência da empresa, cumprir a rigorosa legislação trabalhista e as Normas Regulamentadoras (NR) em Segurança e Medicina do Trabalho constitui especial desafio. Esse fato torna o pequeno empreendedor particularmente vulnerável a onerosas demandas na Justiça do Trabalho e problemas relacionados ao absentismo e perda da produtividade dos empregados.

Não se encontram os mesmos dados referentes a empresas brasileiras, mas pode-se ter uma idéia do que acontece por aqui a partir de uma recente pesquisa realizada pela organização Small Business Initiative, nos Estados Unidos. Observou-se que lá 64% dos entrevistados tinham empregados doentes em sua força de trabalho.

A Gestão do Conhecimento

A gestão do conhecimento se refere à criação, identificação, integração, recuperação, compartilhamento e utilização do conhecimento dentro da empresa. Melhor dizendo, ela está voltada para a criação e organização de fluxos de informação dentro e entre os vários níveis organizacionais, no sentido de gerar, incrementar, desenvolver e partilhar o conhecimento dentro da organização. Sobretudo para incentivar trocas espontâneas de conhecimento entre as pessoas.

Ao contrário do que acontecia antigamente, quando as empresas guardavam e escondiam o conhecimento a sete chaves através da confidencialidade, a gestão do conhecimento procura orientar a empresa inteira para produzir o conhecimento, aproveitá-lo, combiná-lo, disseminá-lo, aplicá-lo e lucrar com ele. Cada pessoa precisa agregar valor aos processos e produtos da empresa. E esse valor é alcançado através do compartilhamento do conhecimento e representa a essência da inovação.

A criação, desenvolvimento e aplicação do conhecimento nas organizações se faz geralmente através de quatro maneiras:

1. SOCIALIZAÇÃO: é a base para a aquisição do conhecimento tácito (refere-se ao conhecimento pessoal, cuja natureza nem sempre permite que seja formalizado e comunicado). É a experiência, aprendizagem a partir da observação, iniciação e prática. O conhecimento tácito é eminentemente intuitivo. Esta forma de aprendizagem não tem nenhuma relação com a linguagem.

2. COMBINAÇÃO: refere-se aos processos sociais e mecanismos de intercâmbio individual que combinam o conhecimento adquirido através de relações sociais e interpessoais.

3. EXTERNALIZAÇÃO: é a conversão do conhecimento tático em conhecimento explícito (ou codificado e que se refere ao conhecimento transmissível através da linguagem formal e sistemática). A externalização permite a comunicação do conhecimento através das relações sociais e interpessoais.

4. INTERNALIZAÇÃO: é a mudança do conhecimento explícito em conhecimento tático, relacionada com a noção tradicional de aprendizagem. O conhecimento internalizado transforma-se em conhecimento tácito na medida em que é incorporado ao comportamento da pessoa.

As interações sociais começam com o indivíduo e permitem intercambiar e expandir o conhecimento dentro da organização. Contudo, o conhecimento organizacional é muito mais dinâmico que o conhecimento individual devido ao impulso que recebe das mais variadas forças.
GESTÃO DO CONHECIMENTO


Do ponto de vista individual, o conhecimento é uma mistura da experiência condensada, dos valores, das informações contextuais e do insight (discernimento) de uma pessoa e que proporciona uma estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e informações. Assim, o conhecimento está na mente das pessoas. As pessoas transformam continuamente a informação em conhecimento, fazendo comparações, analisando as conseqüências, buscando as conexões e conversando com outras pessoas sobre as informações recebidas.

Já na empresas, o conhecimento está embutido em documentos, rotinas, processos, práticas e normas organizacionais. Acima de tudo, o conhecimento conduz à ação, isto é, ao desenvolvimento de novos produtos ou serviços, na tomada de decisões acertadas em relação aos clientes, na formulação de estratégias para enfrentar os concorrentes, na logística a ser adotada, etc. Quando o conhecimento deixa de evoluir ele se transforma em uma opinião ou, o que é pior, em um dogma.

Devido à sua importância, o conhecimento está sendo considerado um ativo corporativo e as empresas bem-sucedidas perceberam que é necessário geri-lo e cercá-lo do mesmo cuidado que se dedica à obtenção de valor a partir de outros ativos que são tangíveis. Quanto mais as empresas dominam o conhecimento tanto maior a sua vantagem competitiva.

E por que o conhecimento é vital? Por que todos os aspectos intangíveis que agregam valor à maioria dos produtos e serviços são baseados em conhecimento: know-how técnico, projeto de produto, estratégias de marketing, entendimento do cliente, criatividade pessoal e inovação. A inteligência humana está por trás disso tudo.
O Parque dos Lençóis Maranhenses:

Não existe nada comparável aos fascinantes Lençóis Maranhenses. O Pólo Parque dos Lençóis, situado no litoral oriental do Maranhão, envolve os municípios de Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro e Barreirinhas, este último sendo o principal portão de entrada para esta fantástica beleza natural.

Seu maior atrativo é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, às margens do Rio das Preguiças, no Maranhão. São 155 mil hectares de paisagem deslumbrante, cheio de altas dunas com até 40 metros de altura e lagoas de água doce, cujas águas variam entre os tons de verde e azul.

Os Lençóis Maranhenses assemelham-se um grande deserto, se não chovesse aqui 300 vezes mais do que no Saara africano. São estas águas que, aprisionadas entre as dunas, formam verdadeiros oásis tropicais, paradas obrigatórias para quem caminha nas dunas. Algumas lagoas chegam até a ter peixes.

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